Aos vinte e oito a gente se dá conta de uma pancada de coisas esquisitas.
Por exemplo, a gente descobre que o 'conselho' é um mecanismo de coação absolutamente eficiente e aparentemente despretensioso que os amigos usam quando querem que você faça coisas que acredita serem desnecessárias. Ou finge acreditar.
E acaba reconhecendo, também, que seguir esses conselhos de vez em quando não te transforma num perfeito babaca. Muito ao contrario, te faz entender que você quase nunca tem razão em tudo o que pensa. Embora, é óbvio, tenha direito que fazer o que acha melhor da própria vida. Inclusive voltar ou não a escrever em um blog.
E foi por isso que voltei.
Aos vinte e oito, dizem muitos (ou todos) especialistas, o homem entra no mais espetacular e importante processo de auto revelação de toooda a sua vida besta. E se percebe cheio de grilos, criando e aprimorando especulações absurdas sobre o que passou e o que virá. O bicho-homem tem mesmo essa mania horrorosa e incurável de querer controlar o que não pode. Talvez o pústula do Einstein pudesse, mas ele parou de funcionar, babando, antes da 1.245ª tentativa.
É a fase das grandes e geniais teorias-sobre-coisa-alguma e dos infindáveis porquês. Se você achava que dizia muitos porquês aos cinco anos, espere chegar aos vinte e oito. Ou se lembre de quando os tinha, se for o caso.
O nome do blog dispensa apresentações. Já quanto a mim, muito prazer.
Se bem que você já me conhece. ;-)
Por exemplo, a gente descobre que o 'conselho' é um mecanismo de coação absolutamente eficiente e aparentemente despretensioso que os amigos usam quando querem que você faça coisas que acredita serem desnecessárias. Ou finge acreditar.
E acaba reconhecendo, também, que seguir esses conselhos de vez em quando não te transforma num perfeito babaca. Muito ao contrario, te faz entender que você quase nunca tem razão em tudo o que pensa. Embora, é óbvio, tenha direito que fazer o que acha melhor da própria vida. Inclusive voltar ou não a escrever em um blog.
E foi por isso que voltei.
Aos vinte e oito, dizem muitos (ou todos) especialistas, o homem entra no mais espetacular e importante processo de auto revelação de toooda a sua vida besta. E se percebe cheio de grilos, criando e aprimorando especulações absurdas sobre o que passou e o que virá. O bicho-homem tem mesmo essa mania horrorosa e incurável de querer controlar o que não pode. Talvez o pústula do Einstein pudesse, mas ele parou de funcionar, babando, antes da 1.245ª tentativa.
É a fase das grandes e geniais teorias-sobre-coisa-alguma e dos infindáveis porquês. Se você achava que dizia muitos porquês aos cinco anos, espere chegar aos vinte e oito. Ou se lembre de quando os tinha, se for o caso.
O nome do blog dispensa apresentações. Já quanto a mim, muito prazer.
Se bem que você já me conhece. ;-)
(Texto originalmente publicado em 30 de Março de 2007, às 12h41)

